27 de novembro de 2019

BAR MITZVÁ E BAT MITZVÁ

Conteúdo: Ritos e Rituais de Passagem
Objetivos: Reconhecer a importância de diferentes ritos e rituais de passagem nas organizações religiosas.

Para iniciar esta atividade apresentei para os estudantes os seguintes vídeos:







Conversamos sobre o que os estudantes entenderam dos vídeos: em que lugar aconteceu? o que explica  o 1º vídeo? e o segundo, no qual aparece o Nathan? e o terceiro vídeo, o que aconteceu com a menina? 

Logo em seguida entreguei um textinho para que pudessemos pintar as informações importantes:

BAR MITZVÁ E BAT MITZVÁ

OS MENINOS JUDEUS DEVEM CELEBRAR O BAR-MITZVÁ (“FILHO DA LEI” OU “FILHO DO MANDAMENTO”) A PARTIR DOS 13 ANOS DE IDADE.
AS MENINAS PODEM COMEMORAR O BAT-MITZVÁ (QUE SIGNIFICA “FILHA DA LEI” OU “FILHA DO MANDAMENTO”), COM 12 ANOS.
EXISTEM ALGUNS SÍMBOLOS IMPORTANTES UTILIZADOS DURANTE O RITUAL DO BAR-MITZVÁ, COMO:
. LEITURA DO TORÁ: (LIVRO SAGRADO PARA OS JUDEUS): SIMBOLIZA A PARTICIPAÇÃO PÚBLICA DO JOVEM NA SINAGOGA.
. TEFILIN: FAIXAS PRETAS AMARRADAS NA ALTURA DO PEITO DO JOVEM E ESPALHADAS AO LONGO DOS SEUS BRAÇOS.
. TALIT: UM MANTO BRANCO COM DUAS PONTAS E FRANJAS, SIMBOLIZA A TRANSPARÊNCIA, AS BOAS AÇÕES E O COMPROMETIMENTO DO JOVEM COM A BONDADE.

- Pinte as palavras:
BAR MITZVÁ;
BAT MITZVÁ;
12 ANOS;
13 ANOS;
LEITURA DA TORÁ;
TEFELIN;
TALIT;
FILHO DO AMANDAMENTO E
FILHA DO MANDAMENTO.

As palavras eram pintadas de acordo com as perguntas que eu ia fazendo sobre os vídeos apresentados.

Logo em seguida os estudantes receberam as imagens para pintar, recortar no caderno e nomear de acordo com o texto:









Imagens de Bar Mitzva e Bat Mitzva


30 de outubro de 2019

FESTA JUNINA - A FOGUEIRA DE SÃO JOÃO

Objetivo: Conhecer diferentes festas religiosas populares no contexto onde vive.
Conteúdo: Festas religiosas: – festas religiosas populares da comunidade em espaços de vivência e referência, contemplando as quatro matrizes.
Critérios de ensino-aprendizagem: Cita diferentes festas religiosas populares do contexto onde vive.

Inicalmente perguntei aos estudantes que festas eles conheciam;
Uma porção de festas foram elencadas, como:
- festa de aniversário
- festa de casamento
- festa do pijama
- festa de igreja
- festa de carnaval
- festa junina
- festa da páacoa
- festa das crianças


De posse destas informações, e como já havíamos trabalhado o conteúdo Lugares Sagrados, perguntei quais desta festas já haviam acontecido no Lugar Sagrado que frquentam ou já haviam partiicpado.

Como a Festa Junina já havia acontecido na escola, muitos tinham esta festa em sua memória. A partir deste conhecimento,entreguei o calendário para os estudantes, que acharam muito estranho pois, não estávamos no mês de junho.

Expliquei que veríamos uma festa que aconteceu no mês de junho e que para um grupo de pessoas esta festa é muito importante.

Pintamos os dias do mês de julho : 13, 24 e 29/07 e contei que eram dos dias dos santos católicos comemorados no mês de julho. 


FESTA JUNINA


De forma bem breve expliquei quem eram os santos comemorados no mês de junho:

Santo Antônio: conhecido como o santo casamenteiro;
São João: filho de Isabel, foi primo de Jeus Cristo;
São Pedro: segundo o que contam, tem as chaves do céu.





Assitimos ao vídeo e cada um dos estudantes ganhou uma imagem de Maria e Isabel para colorir:

História da fogueira


A fogueira, característica das festas de São João, tem seu fundamento na história do nascimento de João Batista. A fogueira era um sinal de Santa Isabel, mãe de São João, para Maria, mãe de Jesus. Abaixo segue uma sinopse da história, adaptada pela pesquisadora Lúcia Rangel:
Dizem que Santa Isabel era muito amiga de Nossa Senhora e, por isso, costumavam visitar-se. Uma tarde, Santa Isabel foi à casa de Nossa Senhora e aproveitou para contar-lhe que dentro de algum tempo nasceria seu filho, que se chamaria João Batista.
Nossa Senhora então perguntou:
— Como poderei saber do nascimento dessa criança?
— Vou acender uma fogueira bem grande; assim você poderá vê-la de longe e saberá que João nasceu. Mandarei também erguer um mastro com uma boneca sobre ele.
Santa Isabel cumpriu a promessa. Certo dia Nossa Senhora viu ao longe uma fumaceira e depois umas chamas bem vermelhas. Foi à casa de Isabel e encontrou o menino João Batista, que mais tarde seria um dos santos mais importantes da religião católica. (“A lenda do surgimento da fogueira de São João”. In: RANGEL, Lúcia H. V. Festas juninas, festas de São João: origens, tradições e história. São Paulo: Publishing Solutions, 2008. p. 35).





Como os estudantes estão em fase de alfabeização, cada um poderia fazer em seu balãozinho o desenho ou escrever qual mensagem Isabel passou para Maria ao acender a fogueira. 










INFORMAÇÕES PARA O/A PROFESSOR/A:


A chegada da festa junina ao Brasil

O começo da festa junina ao Brasil remonta ao século XVI. As festas juninas eram tradições bastante populares na Península Ibérica (Portugal e Espanha) e, por isso, foram trazidas para cá pelos portugueses durante a colonização, assim como muitas outras tradições. Quando introduzida no Brasil, a festa era conhecida como festa joanina, em referência a São João, mas, ao longo dos anos, teve o nome alterado para festa junina, em referência ao mês no qual ocorre, junho.
Inicialmente, a festa possuía uma forte tom religioso – conotação essa que se perdeu em parte, uma vez que é vista por muitos mais como uma festividade popular do que religiosa. Além disso, a evolução da festa junina no Brasil fez com que ela se associasse a símbolos típicos das zonas rurais.
O crescimento da festividade aconteceu sobretudo no Nordeste, região que atualmente possui as maiores festas. A maior festa junina do país acontece na cidade de Campina Grande, localizada no estado da Paraíba. Em 2017, a estimativa do evento era receber aproximadamente 2,5 milhões de pessoas.
Durante as festas juninas no Brasil, são realizadas danças típicas, como as quadrilhas. Também há produção de inúmeras comidas à base de milho e amendoim, como canjica, pamonha, pé de moleque, além de bebidas como o quentão. Outra característica muito comum é a de se vestir de caipira de maneira caricata.

https://brasilescola.uol.com.br/detalhes-festa-junina/origem-festa-junina.htm


Conheça os santos homenageados nas festas juninas. As festas juninas nasceram da tradição católica de homenagear três santos populares que são lembrados neste mês. Você os conhece?

Santo Antônio: Um dos santos mais queridos no Brasil e em Portugal. Fernando de Bulhões nasceu em Lisboa em 15 de agosto de 1195 e morreu em 13 de junho de 1231, em Pádua, na Itália. Foi quando mudou da ordem de Santo Agostinho para a ordem de São Francisco, em 1220, que Fernando passou a ser chamado de Antônio. Esse santo normalmente é representado carregando o menino Jesus em seus braços.

Santo Antônio é conhecido por ser casamenteiro. É a ele que moças solteiras recorrem para achar um noivo. E como o santo sofre! A imagem dele é colocada de cabeça para baixo pelas jovens, que dizem que só o colocam na posição normal se um namorado aparecer. Na madrugada do dia 13 são feitas várias simpatias com essa intenção. Mas Santo Antônio também é conhecido por ajudar-nos a encontrar objetos perdidos e por ser protetor dos soldados e dos comerciantes varejistas.



São João

Não é à toa que junho e festa junina são nomes em homenagem a esse santo. Conhecido por ser festeiro, São João nasceu em 24 de junho, com o nome de João Batista. Ele foi primo de Jesus Cristo e faleceu em 29 de agosto do ano de 31 depois de Cristo, na Palestina. Antes mesmo de Jesus, ele já pregava às margens do rio Jordão.

São João instituiu o batismo, pela prática da purificação, por meio da imersão das pessoas na água. Por isso, uma tradição muito comum é a lavagem do santo, que é feita por seu padrinho, pessoa que está pagando por alguma graça alcançada. O ritual acontece geralmente à meia-noite da véspera do dia 24.

Outra lenda muito comum é a de que São João adormece no dia do seu aniversário pois, se estivesse acordado, não resistiria aos festejos e desceria à Terra, podendo se queimar na fogueira. Esse é um dos motivos dos fogos de artifício, justamente para acordá-lo. 

São Pedro

Outro santo festejado em junho, no dia 29, é São Pedro, um homem de origem humilde, apóstolo de Cristo e fundador e primeiro Papa da Igreja Católica. Ele é considerado protetor dos pescadores e das viúvas. Segundo a tradição católica, depois de morrer, São Pedro foi nomeado chaveiro do céu, ou seja, para alguém entrar lá, o santo tem de abrir as portas. Também lhe é atribuída a responsabilidade de fazer chover. Por isso dizemos às crianças que quando está aquele aguaceiro, com trovão e tudo, é porque São Pedro está lavando o céu e mudando os móveis de lugar.



19 de outubro de 2019

O PAVÃO DE KRISHNA

Conteúdo: Símbolos religiosos: – simbologia religiosa natural e construída.
Objetivo: Conhecer alguns símbolos religiosos.

(EF02ER05) Identificar, distinguir e respeitar símbolos religiosos de distintas manifestações,
tradições e instituições religiosas.

Levei para a sala de aula um dos mitos da organização religiosa dos Vaishnava e contei para os estudantes com a ajuda de uma fantoche: 


Quando Krishna soprou o néctar de Seus lábios para dentro da flauta, (...) soando como o mistificador mantra de nuvens a retumbarem, essa vibração maravilhosa encantou os pavões na colina Govardhana e em torno dela. Estimulados por esse som, seus corações começaram a cantar de alegria. Eles ergueram suas pernas, abriram suas caudas e arquearam o pescoço, enchendo os céus com sua canção. Esse mantra (...), atraiu todos os pavões e todas as pavoas para até o lado da colina Govardhana,(...), que dançavam de uma maneira muitíssimo especial. 
Os pavões erguiam suas pernas ritmicamente, movendo-se para frente e para trás, subindo e baixando a cabeça enquanto lágrimas rolavam por seus olhos. 
Expandindo suas caudas para revelar múltiplos arco-íris, vibravam suas penas cada vez mais rapidamente, até que paravam e, então, recomeçavam lentamente, então rápido, então mais rápido. 
Toda vez que paravam, os pavões gritavam ke ka, ke ka, ke ka, com sua voz ecoando pelos vales. Enquanto acontecia essa dança, o grande rei dos pavões seguiu até os pés de lótus de Sri Krishna, com as lágrimas de seus olhos lamaçando o chão empoeirado. Primeiramente, tocou os pés de lótus de Sri Krishna com seu bico, após o que ergueu seu rosto ao céu, gritando em êxtase: ke ka, ke ka. Sri Krishna, que conhece a língua de todos os animais, aceitou a solicitação do rei, que orou: 
― Querido Sri Krishna, por favor, dance aqui conosco. Por favor, toque Sua flauta e nos faça dançar (...)‖. 
Sem tirar a flauta de Seus lábios, Sri Krishna lançou um olhar cheio de amor ao rei dos pavões e todos os pavões e pavoas, então, reuniram-se em uma clareira, com Sri 19 Krishna caminhando graciosamente para o meio deles como seu convidado de honra e começou a dançar como os pavões, acelerando o ritmo de Seu flautear para acompanhar o ritmo de Seus passos. (...). 
Enquanto Sri Krishna segurava a flauta em Sua mão esquerda, Suas sobrancelhas arquearam de espanto, e Ele dançou ainda mais. Os garotos e as vacas ficaram paralisados no prado, rodeando a assembleia de pavões que tinha Krishna como centro. Os vários animais – terrestres e voadores – ao longo das encostas da colina Govardhana, pararam de comer, beber e brincar e, completamente atônitos, fixaram seus olhos na cena abaixo. 
O fim da manhã abriu alas para o meio-dia, e o cansaço tomou conta dos pavões. (...) Não havia canto de passarinhos, nenhum mugir e nenhum movimento nas árvores. As abelhas pararam de zumbir. Sri Krishna, dançava sozinho ao ritmo de Seus próprios passos. (...). Nesse momento, o rei dos pavões, aproximou-se do Senhor Sri Krishna curvando-se ao chão, ele disse: ―Querido Krishna, somos criaturas baixas da floresta e, não tendo posses, vivemos nas árvores e comemos quaisquer flores e ervas que estejam disponíveis na estação. Ao nos fazer dançar, Você criou um grande festival de bem-aventurança, pelo qual permanecemos eternamente endividados com Você. Apesar da nossa pobreza, é nosso dever oferecer Sua dakshina [remuneração] – caso não o fizéssemos, pareceríamos ingratos (...). Portanto, peço que Você aceite nossa única riqueza, as penas de nosso corpo, e as utilize em Sua coroa como decoração‖. Com abundantes lágrimas a cascatearem por seu bico, o líder dos pavões deixou cair muitas penas divinas, de uma coloração extraordinária, aos pés de lótus (...) Sri Krishna que recebeu com alegria as oferendas dos pavões e, conforme pegava as penas, acariciava amorosamente a cabeça deles, para o grande júbilo de todos. Ele colocou algumas penas em Seu turbante e, segurando as demais em Sua mão, retornou para Seus amigos, que O abraçaram com amor e afeição. 



Após contar este mito conversamos sobre o encantamento dos pavões com o tocar da flauta de Krishna e a alegria de Krishna ao ver a dança dos pavões. A pena na cabeça de Krishna é um símbolo pois, ele esta sempre com sua flauta e sua pena na cabeça. 
Nossa atividade foi colocar os pavões ouvindo o tocar da flauta de Krishna, 


Adaptado de: http://criadouroavesalvorada.com.br/produto/pavao-azul/



https://br.pinterest.com/pin/79727855885535139/


http://devotinhosdekrishna.blogspot.com/2011/08/vamos-colorir-krishna-e-balarama.html





18 de outubro de 2019

ARQUITETURA RELIGIOSA INDÍGENA

Conteúdo: Símbolos religiosos: – arquitetura religiosa.
Objetivo: Reconhecer elementos simbólicos na arquitetura religiosa..

(EF04ER05) Identificar representações religiosas em diferentes expressões artísticas (pinturas, arquitetura, esculturas, ícones, símbolos, imagens), reconhecendo-as como parte da identidade de diferentes culturas e tradições religiosas.

Alguém sabe como construir uma OPY? 
Será que pode ser de qualquer jeito?
Esta informação encontrei na Tese de Doutorado do Professor Elói correa. 


A porta dos Opy’s Guarani é sempre voltada para o leste, onde o sol nasce. 


A partir desta imformação cada estudante ganhou um pedaço de papel Kraft, dobou ao meio para marcar e em seguida dobrou as pontas até o centro, fez pequenos recortes para mostrar a entrada da Opy e em seguida colaram no caderno. Haviam duas possibilidades de desenho: desenhar o sol em frente da Opy ou atrás como a do 1º desenho - oeste. 

Sendo que a porta da Opy estar a leste é uma das caracterísitcas da Arquitetura Religiosa.

E ao centro o Fogo Sagrado.



FESTA RELIGIOSA: CORPUS CHRISTI

Conteúdo: Festas religiosas: – festas religiosas populares do Brasil.
Objetivo: Reconhecer características de algumas festas religiosas populares do Brasil.

(EF03ER03) Identificar e respeitar práticas celebrativas (cerimônias, orações, festividades,
peregrinações, entre outras) de diferentes tradições religiosas.
(EF03ER04) Caracterizar as práticas celebrativas como parte integrante do conjunto das
manifestações religiosas de diferentes culturas e sociedades.

Iniciamos nossa atividade com o seguinte vídeo:


Após a apresentação do vídeo muitos dos estudantes disseram que já haviam partiicpado desta festa, visto na televisão.

Festa de Corpus Christi
Ø  Origem do Corpus Christi
A festa do Corpus Christi foi instituída pelo Papa Urbano IV no dia 8 de Setembro de 1264.
A procissão de Corpus Christi lembra a caminhada do povo de Deus, peregrino, em busca da Terra Prometida. O Antigo Testamento diz que o povo peregrino foi alimentado com maná, no deserto. Com a instituição da eucaristia o povo é alimentado com o próprio corpo de Cristo.
Corpus Christi significa Corpo de Cristo. É uma festa religiosa da Igreja Católica que tem por objetivo celebrar o mistério da eucaristia, o sacramento do corpo e do sangue de Jesus Cristo.

Durante esta festa são celebradas missas festivas e as ruas são enfeitadas com tapetes religiosos, confeccionados pelos fiéis para a passagem da procissão conduzida geralmente pelo Bispo, ou pelo pároco da Igreja, o Santíssimo Sacramento que é acompanhada por multidões de fiéis em cada cidade brasileira.
A tradição de enfeitar as ruas começou pela cidade de Ouro Preto em Minas Gerais.

Em seguida cada estudante ganhou o seu mini tapete, pintou, recortou e colou em uma caixa de fósforo.








Para fazer download das imagens do mini tapete, acesse o link: https://1drv.ms/w/s!Aj8p85TOZfmNgoNNcaLzKQ6tfs9WhQ?e=tfBg1m


FESTA DO DIVINO

Conteúdo: Festas religiosas: – festas religiosas populares do mundo; – temporalidade sagrada.
Conhecer a função e a importância das festas religiosas populares do mundo e sua relação com a temporalidade sagrada.

(EF04ER02) Identificar ritos e suas funções em diferentes manifestações e tradições religiosas.
(EF04ER03) Caracterizar ritos de iniciação e de passagem em diversos grupos religiosos (nascimento, casamento e morte.

Iniciamos nossa atividade com o texto sobre a origem da Festa do Divino:

Festa do Divino Espírito Santo

A Festa do Divino Espírito Santo é uma festa do catolicismo popular brasileiro, está ligada a data do Pentecostes, celebrado cinquenta dias depois da Páscoa. A data marca o dia em que o Espírito Santo teria se manifestado nos apóstolos, que passaram a falar diversos idiomas diferentes.
A origem é de uma promessa que a rainha, D. Isabel de Aragão, por volta de 1320, fez ao Divino Espírito Santo peregrinar o mundo com uma cópia da coroa e uma pomba no alto da coroa, que é o símbolo do Divino Espírito Santo, arrecadando donativos em benefício da população pobre, caso o esposo, o rei D. Dinis, fizesse as pazes com seu filho legítimo, D. Afonso, para que houvesses paz entre seu esposo e seu filho.
A Festa foi trazida ao Brasil pelos portugueses e passou a ser comemorada entre maio e junho.
O pombo quase sempre no topo de um mastro e às vezes envolto em uma coroa onde são amarradas as fitas com as promessas dos devotos, simboliza o Espírito Santo.
A coroa e o cetro são objetos que simbolizam o poder do Imperador, indivíduo escolhido entre pessoas da comunidade envolvidas com os festejos. A corte acompanha a bandeira do Divino, que traz a cor vermelha e o pombo ao centro. O vermelho da bandeira remete ao fogo, forma pela qual o Espírito Santo se manifestou aos apóstolos.


Os estudantes contaram que já viram e participaram desta festa. Contaram também sobre outras festas que frequentaram no Lugar Sagrado que frequentam.
Esta atividade foi realizada em dupla. Em seguida, dei a eles estas flores, as fitas - conversamos sobre os 7 dons do Espirito Santo.








FITAS

http://joiasdenatividade.com/s/?p=3002

https://lista.mercadolivre.com.br/bandeira-do-divino-espirito-santo



https://br.pinterest.com/luciaisabelx/estandarte-do-divino/


IMAGENS PESQUISADAS



Após visualizarem os estandartes os estudantes confeccionaram outros estandartes. 
Conversamos sobre quando esta festa é realizada e desde quando acontece e a importância que a mesma tem para os católicos.







4 de setembro de 2019

FESTIVAIS, VOTOS E OUTROS EVENTOS DO CALENDÁRIO VAISHNAVA

Festivais, Votos e Outros Eventos do Calendário Vaishnava
Baseado nas explanações compiladas por Krishna-priya Devi Dasi
(Vaisnava Academy for Girls, Alachua, Florida, USA)

Aqui estão breves dados sobre festivais, votos (vratas) e outros eventos (listados alfabeticamente) observados no calendário vaisnava.


Nota: O calendário vaishnava usa o termo "aparecimento" para denotar o nascimento destas grandes almas e encarnações e o termo "desaparecimento" para denotar sua partida deste mundo. Descrições mais completas serão encontradas nos livros de Sua Divina Graça A. C. Bhaktivedanta Swami Prabhupada, especialmente o Sri Caitanya-caritamrta.

Bahulastami -- dia de aparecimento do Radha-kunda e Syama-kunda, lagos sagrados que são lugares de banho de Srimati Radharani e do Senhor Krishna em Vrndavana.

Balarama Rasayatra -- dança da rasa da primavera do Senhor Balarama com Suas namoradas vaqueirinhas.

Bali Daityaraja Puja -- festival que comemora a rendição de Bali Maharaja ao Senhor Vamanadeva, a encarnação de anão do Senhor Krsna. Uma Deidade de Vamana é adorada.

Bhismastami -- aniversário de aparecimento de Bhismadeva, o "avô" dos Pandavas.

Bhisma Pancaka -- é um período de cinco días para se realizar austeridades. Começa no último Ekadasi do mês de Kartika (Haribodhini ou Utthana Ekadasi) e termina no Purnima. O Senhor Krsna em pessoa deu estes cinco días a Bhismadeva dizendo: ?O serviço devocional puro a Mim, é facilmente obtido por se seguir este voto em Mathura-Vrndavana durante Kartika?. Deve-se começar o jejum em Haribodhini Ekadasi, lembrando-se de Sri Bhismadeva, jejuar de todos os grãos e feijões, comer somente uma vez por dia frutas e vegetais (depois do pôr-do-Sol). Se possível, jejuar por completo durante os cinco dias é uma grande austeridade.  Durante todo o período do jejum, o devoto deve cantar constantemente os santos nomes de Krishna, adorar Radha e Krishna e os vaihsnavas e dar caridade aos templos e vaishnavas dignos.

Candana Yatra -- é um festival durante a estação quente da Índia, no qual as Deidades são cobertas com pasta de sândalo (candana) para refrescá-Las. (Geralmente, isso não é prático no Ocidente, onde é frio durante essa época do ano.)

Caturmasya -- é um período de quatro (catur) meses (masya) durante o qual chove muito na Índia e os sábios param de viajar e se recolhem para fazer austeridades. Na ISKCON ele é observado principalmente fazendo-se os jejuns específicos. Consultar o Sri Caitanya-Caritamrta, Madhya-lila, volume I, pág. 334. Caturmasya não é opcional para vaisnavas.
Primeiro mês de Caturmasya - jejum de vegetais de folhas verdes frondosas, por um mês.
Segundo mês de Caturmasya - jejum de yogurte por um mês.
Terceiro mes de Caturmasya - Jejum de leite por um mês.
Quarto mês Caturmasya - jejum de urad dahl, lentilha, por um mês.

Damodara Masa -- o mês de Damodara. Ao longo deste mês, os devotos comemoram o passatempo do travesso Senhor Krsna sendo amarrado com cordas por mãe Yasoda. Os devotos oferecem pequenas lâmpadas de ghi todos os dias ao Senhor Damodara (Krsna).

Dipa-dan, Dipavali, ou Diwali (Festival das luzes) (e Kalipuja) -- comemoração do retorno do Senhor Rama do exílio para Ayodhya, Sua capital, após a derrota do demônio Ravana. (Vaishnavas não observam regularmente Kalipuja, a adoração a Durga Devi.)

Ekadasi -- é o décimo primeiro dia lunar (tithi) das quinzenas brilhante (shukla paksha) ou escura (krishna paksha) de cada mês lunar (masa) do Calendário Védico (também chamado Panchang). Nestes dias se observa jejum completo de grãos, feijões, cereais e derivados.

Ganga Puja -- aniversário de aparecimento de Ganga Devi, a semideusa do rio Ganges.

Ganga Sagara Mela -- festival observado especialmente na confluência do Ganges com a baía da Bengala. Kapilasrama, o asrama da encarnação do Senhor Krsna como Kapiladeva, o filho de Devahuti, está situado neste lugar. O festival comemora a trazida do rio Ganges pelo rei Bhagirathi dos planetas celestiais para o oceano e os planetas inferiores.

Gaura Purnima -- aniversário de aparecimento do Senhor Sri Caitanya Mahaprabhu, que é o mesmo Krishna no papel de Seu próprio devoto. Ele aparece neste mundo para difundir o amor a Krishna através do canto congregacional de Seus santos nomes. Ele apareceu em Sridhama Mayapur, Bengala Ocidental, em 1486. Suas atividades e ensinamentos estão descritos em detalhes no livro "Ensinamentos do Senhor Caitanya" e no "Sri Caitanya-Caritamrta". (Veja também o Srimad-Bhagavatam 11.5.32)

Gopastami, ou Gosthastami -- após haver previamente pastoreado os bezerros, neste dia Krishna saiu para pastorear as vacas pela primeira vez. Assim Ele se tornou um gopa, um vaqueiro. Neste dia as gosalas (currais para vacas) são limpas, as vacas são adoradas e prasada (comida santificada) é oferecida a elas pelos devotos.

Govardhana Puja (adoração à Colina de Govardhana) -- festival que comemora a adoração da colina de Govardhana pelos residentes de Vrndavana e o levantamento da colina pelo Senhor Krsna.

Go Puja (ou Go-krda) -- neste dia, de acordo com o Hari-Bhakti-Vilasa, deve-se decorar as vacas e os touros, fazê-los correr, e fazer com que os touros arem o campo.

Gundica Marjana -- limpeza do templo de Gundica em Jagannatha Puri, Índia.

Guru (Vyasa) Purnima -- aniversário de aparecimento de Srila Vyasadeva, o compilador da literatura Védica.

Hera Pancami -- é um festival realizado três dias após o Ratha Yatra para celebrar a visita de Srimati Rukmini Devi a Vrndavana para levar o Senhor Krsna de volta a Dvaraka. (Veja o Sri Caitanya-Caritamrta, Antya-lila, volume I, páginas 770 e 771)

Jagaddhatri Puja -- dia do festival de uma forma de Mahamaya ou Durga chamada Jagaddhatri, "a mantenedora do mundo material". Esse festival é predominantemente comemorado na Bengala. (os vaishnavas geralmente não observam este festival)

Jagannatha Misra Festival -- dia em que o pai do Senhor Caitanya Mahaprabhu (Jagannatha Misra) fez as celebrações do aparecimento dEle.

Jahnu Saptami -- dia em que o sábio Jahnu liberou o rio Ganges depois de tê-lo engolido. Neste dia, se possível, deve-se adorar o Ganges e tomar banho em suas águas.

Katyayani vrata -- um voto de um mês (vaisnava) para observar austeridades para agradar Katyayani Devi, ou Yogamaya Devi, a energia espiritual do Senhor Krishna.

Krishna Janmastami -- o aniversário de aparecimento do Senhor Sri Krishna, a Suprema Personalidade de Deus.

Krishna Phula Dola, Salila Vihara -- festival de barco de verão para as Deidades de Sri Sri Radha-Krsna.

Krishna Pusya abhiseka -- durante o puja (adoração) matinal a Deidade ou uma salagrama é banhada em puro ghi. Srila Prabhupada uma vez explicou o festival dessa maneira: "Krishna era só um brinquedo nas mãos das gopis, então um dia as gopis decidiram que 'Nós vamos decorá-lO'. Pusyabhisheka quer dizer uma cerimônia para decorar com abundância a Deidade com flores, ornamentos, tecidos etc. Depois disso deve haver uma procissão pelas ruas, de forma que todos os cidadãos vejam quão belo Krishna se apresenta."

Krsna Rasayatra -- dança da rasa do Senhor Krishna com as gopis.

Krishna Saradiya Rasayatra -- dança da rasa de outono do Senhor Krishna com Suas namoradas.

Krishna Vasanta Rasa -- dança da rasa da primavera do Senhor Krsna.
Laksmi Puja -- adoração a Laksmi Devi, a consorte do Senhor Visnu (não observado por Gaudiya Vaisnavas).

Lalita sasti -- dia de aparecimento de Lalita-sakhi, a confidente íntima de Srimati Radharani.

Nandotsava -- festival observado por Nanda Maharaja, o pai do Senhor Krishna, para celebrar Seu aparecimento.

Nrsimha Caturdasi -- aniversário de aparecimento do Senhor Nrsimhadeva, a encarnação do Senhor Krsna metade homem, metade leão.

Odana sasthi -- começo do inverno na Índia. A partir deste dia deve-se oferecer ao Senhor Jagannatha um agasalho de inverno. Segundo o livro de adoração Arcana Marga, deve-se primeiro lavar o tecido para remover toda goma e então se pode utilizá-lo para agasalhar o Senhor. No Brasil esta cerimônia pode ser observada no primeiro dia do inverno, 21 de junho. (Veja o Sri Caitanya-Caritamrta, Madhya-lila, volume II, pág. 805, verso 78)

Panihati Cida Dahi Utsava -- festival de arroz inflado (tipo pipoca) com iogurte de Srila Raghunatha Dasa Gosvami para o Senhor Caitanya e Seus associados. Celebrado especialmente em Panihati, na Bengala Ocidental.

Radhastami -- aniversário de aparecimento de Srimati Radharani,a eterna consorte do Senhor Krishna.

Radha Govinda Jhulana Yatra -- é o festival do balanço de Radha-Krshna. As Deidades Se divertem em um balanço decorado com bastante esmero.

Radha Kunda prakat, Snana Dana -- aniversário de aparecimento de Radha-kunda, o lago onde Srimati Radharani Se banha em Vrndavana. Os devotos tomam banho lá especialmente na meia-noite deste dia.

Radha Ramana Devji - aparecimento -- aparecimento da deidade do Senhor Krishna adorada por Srila Gopala Bhatta Gosvami.

Ramacandra Vijayotsava -- celebração da vitória do Senhor Ramacandra sobre o demônio Ravana. Uma grande imagem de Ravana é ceremoniosamente queimada.

Ratha Yatra -- festival de carros em Jagannatha Puri, Índia, no qual o Senhor Krsna, na forma do Senhor Jagannatha, passeia com o Senhor Balarama e Subhadra Devi. (Hera Pancami depois de 4 dias) (Retorno do Ratha depois de 8 dias)

Salagrama e Tulasi Jala Dana -- durante a estação quente na Índia, uma vasilha de água gotejante é colocada em cima de Tulasi e Salagrama para mantê-los refrescados. (Geralmente, isso não é prático no Ocidente, onde é frio durante essa época do ano.)

Sarasvati Puja -- adoração a deusa Sarasvati. (geralmente não observado por vaishnavas)

Siva Ratri -- adoração ao Senhor Siva. Os devotos podem banhar uma Siva-linga em água e panca-gavya (cinco substâncias da vaca) e oferecer Krsna-prasada ao Senhor Siva. Jejuar é opcional para vaisnavas.

Snana Dana -- aniversário de aparecimento de Radha-kunda, o lago onde Srimati Radharani Se banha em Vrndavana. Os devotos tomam banho lá especialmente na meia-noite deste dia.

Snana Yatra -- neste dia de lua cheia, dezesseis dias lunares antes do Ratha Yatra, o Senhor Jagannatha é banhado. Ele fica doente e Se retira para descansar por quatorze dias. Então um cuidado especial é oferecido a Ele até que Ele saia para o Ratha Yatra.