Neste blog você irá encontrar sugestões de atividades, atividades já realizadas, informações sobre o Ensino Religioso no estado do Paraná e principalmente em Curitiba. Trabalhar com a diversidade religiosa em sala de aula é algo extremamente rico pois, é na diversidade que aprendemos a respeitar o outro.


23 de novembro de 2014

LAVAÇÃO DAS ESCADARIAS

Este evento que acontece anualmente na cidade de Curitiba. Este evento acontece para celebrar a memória afrocuritibana presente na história da Igreja do Rosário, originalmente do Rosário dos Homens Pretos de São Benedito, sendo Nossa Senhora do Rosário e São Benedito padroeiros dos negros/as e Nossa Senhora do rosário , padroeira dos artistas e preservadores das culturas populares. A ideia é proporcionar à cidade de Curitiba contato com a memória afrocuritibana presente em nosso centro histórico.

Por que está igreja?

A primeira Igreja do Rosário, em Curitiba, foi a Igreja dos Pretos, construída por e para os escravos. Inaugurada em 1737, em estilo colonial, foi demolida em 1931, como a maioria das Igrejas dos Rosário do Brasil no mesmo período. A atual igreja foi reinaugurada em 1946, em estilo barroco.














Logo depois se dirigiram a Praça Tiradentes, onde lá existe uma árvore chamada Irokô, conheça um pouco sobre ela.

No Brasil, Iroko é considerado um orixá e tratado como tal, principalmente nas casas tradicionais de nação ketu. É tido como orixá raro, ou seja, possui poucos filhos e raramente se vê Iroko manifestado.
Para alguns, possui fortes ligações com os orixá chamados Iji, de origem daomeana: NanãObaluaiyêOxumarê. Para outros, está estreitamente ligado a Xangô. Iroko também guarda estreita ligação com as ajés, as senhoras do passaro. Seja num caso ou noutro, o culto a Irôko é cercado de cuidados, mistérios e muitas histórias.
No Brasil, Iroko habita principalmente a gameleira branca, cujo nome científico é ficus religiosa. Na África, sua morada é a árvore iroko, nome científico chlorophora excelsa, que, por alguma razão, não existia no Brasil e, porém recentemente fora constatada a existência de 6 árvores deste tipo raro, 1 no Gantois em Salvador, 1 noIlê Obá Nila no Rio de Janeiro, 1 no Terreiro Caxuté em Valença /Bahia, 1 na Casa Branca do Engenho Velhotambém em Salvador, as demais não foram confirmadas sua originalidade ainda, apesar dos relatos.
Para o povo yorubá, Iroko é uma de suas quatro árvores sagradas normalmente cultuadas em todas as regiões que ainda praticam a religião dos orixás. No entanto, originalmente, Iroko não é considerado um orixá que possa ser "feito" na cabeça de ninguém.
Para os yorubás, a árvore Iroko é a morada de espíritos infantis conhecidos ritualmente como "abiku" e tais espíritos são liderados por Oluwere. Quando as crianças se vêem perseguidas por sonhos ou qualquer tipo de assombração, é normal que se faça oferendas a Oluwere aos pés de Iroko, para afastar o perigo de que os espíritos abiku levem embora as crianças da aldeia. Durante sete dias e sete noites o ritual é repetido, até que o perigo de mortes infantis seja afastado.
O culto a Iroko é um dos mais populares na terra yorubá e as relações com esta divindade quase sempre se baseiam na troca: um pedido feito, quando atendido, sempre deve ser pago pois não se deve correr o risco de desagradar Iroko, pois ele costuma perseguir aqueles que lhe devem.
Iroko está ligado à longevidade, à durabilidade das coisas e ao passar do tempo pois é árvore que pode viver por mais de 200 anos.
 Confira a cerimônia realizada com esta árvore:

































Prefeito participa da lavação das escadarias da Igreja do Rosário - Prefeitura Municipal de Curitiba

Prefeito participa da lavação das escadarias da Igreja do Rosário - Prefeitura Municipal de Curitiba

20 de novembro de 2014

HARE KRISHNA - CANTE E SEJA FELIZ

Estava procurando um dos mantras para transformar em MP3 e vejam a pérola que eu achei!!

Quanto conteúdo para ser trabalho:

Canto;
Postura;
Símbolos;
Espiritualidades;
Texto sagrado;
Lugar sagrado, enfim muitos e muitos conteúdos. 

Com imagens e cantado maravilhosamente bem pelos seus devotos.


17 de novembro de 2014

LANÇAMENTO DO LIVRO DE ENSINO RELIGIOSO EM CURITIBA

Hoje foi um dia muito importante para o Ensino Religioso. Com a presença de várias autoridades, representantes de diferentes denominações religiosas, equipe pedagógica da ASSINTEC, professores, estudantes e convidados foi lançado o livro da SEED: Ensino Religioso - Diversidade Cultural e Religiosa. Um livro de apoio aos docentes, significativo instrumento auxiliar na efetivação do Ensino Religioso plural nas escolas públicas.
Parabéns aos autores Carolina Nizer (Coordenadora de ER da SEED) Brigida Karina, Raquel Daudt, Elói Corrêa, Valmir Biaca, Emerli Schlögl, Borres Guilouski (Equipe Pedagógica da ASSINTEC) e a professora Lilian Dalcol (SME/Curitiba), que abrilhantou o evento cantando músicas das matrizes religiosas: Africana, Indígena, Ocidental e Oriental.
Os professores de Ensino Religioso contam com uma nova fonte de conteúdo para as atividades em sala de aula. 
Nesta segunda-feira, foi lançado o livro “Ensino Religioso: diversidade cultural e religiosa”, produzido por professores de escolas estaduais e organizado pela Secretaria Estadual da Educação, em parceria com a Assintec, Associação Inter-religiosa de Educação. 
O lançamento foi feito pelo governador em exercício, Flávio Arns, em solenidade no Palácio Iguaçu, em Curitiba, com a presença de professores e lideranças religiosas. O evento contou com apresentações musicais e contação de histórias. 
Flávio Arns ressaltou a importância de melhorar a formação teórica dos professores do ensino religioso.// SONORA FLÁVIO ARNS// O livro contempla as diferentes tradições e as quatro matrizes existentes: Africana, Indígena, Ocidental e Oriental. Serão distribuídos quatro mil exemplares às escolas da rede estadual de educação e também será disponibilizada a versão online no Portal da Secretaria da Educação. 

O presidente da Assintec, o padre Carlos Chiquim, explica que o material não prioriza uma religião em detrimento de outras formas de culto, mas mostra a heterogeneidade de práticas religiosas.// SONORA PADRE CARLOS CHIQUIM// O secretário de Educação, Paulo Schmidt, também defendeu o ensino religioso amplo e pluralista nas escolas públicas.// SONORA PAULO SCHMIDT// O livro foi elaborado por 18 professores da rede estadual de ensino. A professora Gisele Feldmann, da Escola Estadual Astolpho Macedo Souza, de União da Vitória, no Sul do Estado, é uma das autoras. Gisele escreveu o capítulo sobre festas e danças religiosas e conta que o lançamento do livro é um momento histórico.// SONORA GISELE FELDMANN// Conforme instrução da Lei de Diretrizes e Bases da Educação, a disciplina de Ensino Religioso deve ser obrigatoriamente ofertada pelas escolas públicas de ensino fundamental. O ensino deve promover a diversidade religiosa e a pluralidade cultural, sendo facultativo ao aluno optar, no ato da matrícula, por frequentar ou não as aulas. (Repórter: Priscila Paganotto) - Agência de notícias do Governo do Estado do Paraná Ver mais— em Palácio Iguaçu - Chefia do Poder Executivo do Paraná (19 fotos)