8 de outubro de 2017

RITO CELEBRATIVO - MISSA

Missa, ou celebração da eucaristia, é a principal celebração religiosa da Igreja Católica e da Igreja Ortodoxa, também realizada, com algumas variáveis, nas tradições Reformadas, Anglicanas e Luteranas.
Para estas igrejas, a missa é o cumprimento do mandamento de Cristo de fazer o que Ele mesmo fez na Última Ceia e é o sacramento em que se recebe o Corpo e o Sangue de Cristo sob a matéria do pão e do vinho, atualizando, de acordo com a Igreja Católica Romana o supremo sacrifício de Cristo na cruz (o Mistério Pascal) e tornando assim presente a salvação, renovando a Santa Ceia ou comemorando um banquete festivo em memória da salvação efetuada por Cristo.



Aqui podemos elencar com os nossos estudantes quais são os elementos que fazem parte da missa;
Perguntar se alguém já participou da celebração da missa?
Pode-se criar um cartaz para representar este rito celebrativo.

Perguntar para os estudantes que outras celebrações eles conhecem. Fazer um cartaz também, lembrando sempre que devemos contemplar as quatro matrizes.

RITO CELEBRATIVO DO ROSH HASHANÁ - JUDAÍSMO

Os judeus do mundo inteiro celebram o Rosh Hashaná, o Ano Novo judaico. Aproveitando o clima de alegria e reflexão da data, o Comunidade na TV desta semana preparou uma reportagem especial com seus significados, costumes e pratos típicos. E se você ainda não está pronto para a festa, trazemos um serviço completo de locais onde se pode comprar ingredientes, cestas, cartões e comidas prontas.

Veja como é realizada esta celebração:




RITOS E RITUAIS FÚNEBRES - 5º ANO

Após conhecermos os Ritos e rituais fúnebres e mortuários da matriz ocidental e oriental apresentei aos estudantes o da matriz africana iniciamos com a lição de casa enviada na aula anterior.





Nesta aula os estudantes trouxeram as suas plantas, ervas medicinais e cada um foi contando para que ela era utilizada.

Confeccionamos o nosso cartaz:






Entreguei o seguinte texto para que pudéssemos  conhecer como os adeptos da Umbanda realizam esta cerimônia e o que acontece com o seu ente após o falecimento.


RITOS E RITUAIS DE INICIAÇÃO

Para os católicos, 
três sacramentos que, juntos, confirmam o católico como pertencente à igreja. A porta de entrada para a religião é o batismo. 
No primeiro ano de vida, um ministro da igreja promove a cerimônia em que faz o sinal da cruz sobre a criança, unta seu peito com óleo e derrama água sagrada sobre sua cabeça. O segundo sacramento é o da comunhão, que pode acontecer pela primeira vez a partir dos 9 ou 10 anos. É quando a criança participa, simbolicamente, da "ceia do Senhor": recebe o pão — a hóstia (corpo de Cristo) — e o vinho (que simboliza o sangue de Cristo). 
O terceiro sacramento é o da crisma — a confirmação, celebrada pelo bispo para adolescentes a partir dos 14 anos.


No Islamismo,
Para os muçulmanos, a palavra de Deus deve ser a primeira coisa ouvida por alguém. Após o nascimento, o pai deve dizer no ouvido do bebê o azan, uma recitação com os fundamentos da religião, como a crença em um único Deus. Na primeira semana, o cabelo do bebê deve ser raspado, e o valor correspondente ao seu peso, em prata, dado aos pobres. 
O nome também deve ser escolhido durante a cerimônia, onde também é deixado cair um pouco de mel na língua da criança. A cabeça é raspada como símbolo de pureza.

Judaísmo
Quando nasce uma menina em uma família de origem judaica, o pai a nomeia em uma sinagoga, perante a Torá Texto Sagrado dos judeus. No caso de um menino, participa de uma cerimônia onde irá receber um nome. 
A iniciação religiosa se dá aos 13 anos (meninos) e 12 anos (meninas). 
Nas cerimônias chamadas bar-mitzvá, para meninos, ou bat-mitzvá, para meninas, os adolescentes são chamados a ler a Torá pela primeira vez. 
No altar, recitam versos e colocam filactérios (tiras de pergaminho nas quais estão escritas quatro passagens bíblicas em hebraico — uma delas se destina à cabeça, e a outra, à mão esquerda).



Budismo
A iniciação à prática budista formal se dá em um ritual chamado ordenação leiga, quase sempre desenvolvido na fase adulta. Depois de um período preparatório de cerca de um ano, a pessoa passa por uma cerimônia em que recebe, de um mestre ou de um superior de um templo, um novo nome e sua ordem na linhagem de Buda. Não existe a ideia de conversão, pois os budistas acreditam que a natureza de Buda (capacidade de atingir a iluminação) já existe dentro de todas as pessoas desde o nascimento.



Protestantismo
Para os protestantes, a iniciação se dá a partir do batismo. Entre as várias igrejas (batistas, luteranas, presbiterianas, pentecostais, neopentecostais etc.), há diferenças em relação à idade com que a pessoa pode ser batizada. A criança (a partir de 9 ou 10 anos) ou o adulto passa por uma cerimônia em que é imerso completamente em água. Durante o ritual, o crente deve responder a perguntas do pastor. As cerimônias protestantes procuram seguir o ritual de modo semelhante ao do batismo de Jesus Cristo, realizado no rio Jordão, como contado no Novo Testamento. Na Igreja Batista, a pessoa só é batizada quando manifestar sua vontade.



Umbanda
A criança que nasce de pais umbandistas deve receber o nome no dia do batismo, em uma cerimônia celebrada pelo pai-de-santo ou pela mãe-de-santo do terreiro. Vestido de branco, o responsável pelo terreiro batiza com óleo, sal, preparados e água de fonte ou cachoeira. Ele abençoa a criança e oferece sua proteção. A iniciação de fato só pode acontecer na fase adulta, quando a pessoa manifesta a vontade de seguir a religião.



https://www1.folha.uol.com.br/folha/sinapse/ult1063u254.shtml


Candomblé
Ao nascer, a criança de uma família adepta do candomblé é batizada no ritual ekomojade, que significa "dia de dar o nome". 
O pai-de-santo é consultado para saber qual é o orixá da criança, que recebe um nome africano religioso e é banhada com óleos, mel e outros líquidos. Todos os membros do candomblé devem louvar seu orixá, e essa louvação só pode acontecer depois da iniciação. 
O fiel, na grande maioria das vezes já adulto, passa por um longo período de isolamento e é submetido a ritos de purificação, de fixação do orixá, de sacrifício e de festa. Somente então a pessoa é apresentada à comunidade.

Para os Tupinambá -
Grupo indígena extinto que habitava a maior parte da faixa litorânea que ia da foz do rio Amazonas à ilha de Cananeia, no litoral paulista-, quando nascia uma criança do sexo masculino, o pai levantava-se do chão e cortava-lhe o umbigo com os dentes. A seguir, a criança era banhada no rio, após o que o pai lhe achatava o nariz com o polegar. Em seguida, a criança era colocada numa pequena rede, onde eram amarradas unhas de onça ou de uma determinada ave de rapina. Colocavam-se, ainda, penas da cauda e das asas dessa ave e, também, um pequeno arco e algumas flechas, para que a criança se tornasse valente e disposta a guerrear os inimigos.
O pai, durante três dias, não comia carne, peixe ou sal, alimentando-se apenas de certo tipo de farinha. Não fazia, também, nenhum trabalho até que o umbigo da criança caísse, para que ele, a mãe e a criança não tivessem cólicas. Três vezes por dia punha os pés no ventre da esposa. Nesses dias, o pai fazia pequenas arapucas e nelas fazia a tipóia de carregar a criança; tomava, também, o pequeno arco e as flechas e atirava sobre a tipóia, pescando-a depois com o anzol, como se fosse um peixe. Assim, no futuro, a criança caçaria ou pescaria. Quando o umbigo caía, o pai partia-o em pedacinhos e pregava-os em todos os pilares da oca, a fim de que o filho fosse, no futuro, um bom chefe de família. O pai também colocava aos pés da criança um molho de palha, que simbolizava os inimigos. Quando todas essas práticas tinham sido realizadas, a aldeia por inteiro se entregava às comemorações. Nesses dias, era escolhido um nome para o recém-nascido.

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/folha/sinapse/ult1063u254.shtml

Estes textos servem de suporte para o professor.

15 de setembro de 2017

SÍMBOLOS E SEUS SIGNIFICADOS - 2º ANO

Esses são alguns símbolos com seu significados que foram trabalhados com os estudantes:

1º a água de Iemanjá, toda a essência, energia de Iemanjá está nas águas do mar e tudo que nele tem;





2º é o pente do Siquismo, para os adeptos andar com o pente tem um significado todo especial.
Kanga ou kangha é um pequeno pente de madeira guardado pelos sikhs dentro da cabeleira em carrapito. Este pequeno pente é utilizado duas vezes por dia pelos sikhs para pentearem o seu cabelo, como sinal de limpeza, ordem e disciplina nas suas vidas.








3º a Rosa de Lutero tem seu significado exemplificado em cada elemento que a compõe.



  • Cruz (preta): no centro da rosa, lembra que Deus vem ao nosso encontro com o seu amor através de Jesus crucificado.
  • Coração (vermelho): significa que Cristo agiu na nossa vida através da cruz, e que ela recebe novo sentido, se Cristo for o seu centro.
  • Rosa (branca): significa que, quando a cruz de Cristo tem lugar em nossa vida, ocorre uma transformação que traz verdadeira paz e alegria. A cor branca representa o reino de Deus. Todas as promessas de Cristo também são representadas por essa cor branca.
  • Fundo (azul): Deus está conosco. Podemos viver com e para Deus, como sinais de seu reino, já aqui e agora. Mas a cor azul é também esperança no futuro, pois lembra a eternidade.
  • Anel (dourado): o ouro é o metal mais precioso. Este anel representa as dádivas que recebemos através da cruz e ressurreição de Jesus. A vida para a fé e o amor a serviço de Cristo é o que temos de mais precioso.

Cada estudante ganhou as partes do símbolo e depois que fomos conversando sobre cada parte montaram no caderno:


https://br.pinterest.com/pin/385268943104973783/

4º o cocar indígena, que foi construído com o contorno das mãos dos estudantes:







MITOLOGIA DA CRIAÇÃO DO POVO BANTO

Este é um mito que trabalhei em sala de aula  porém não tenho registro das atividades devido ao tempo que concluí o trabalho pois, tirei licença prêmio.

Trabalhei em forma de história em quadrinhos: Mitologia Africana - a criação do mundo segundo o Povo Banto


Bumba estava sozinho nas águas escuras do nada. desejava ter companhia, mas sem luz, não podia procurar por uma.





Certo dia sentiu uma dor de barriga e vomitou o Sol. De repente, havia luz em toda a parte.


Bumba vomitou depois as estrelas e a Lua, a noite também tinha luzes piscantes e suaves.

No dia seguinte, vomitou nove criaturas diferentes, incluindo a tartaruga, o leopardo, a águia, o besouro, o crocodilo e um peixe Yo.

Ele também criou o relâmpago e, finalmente vomitou homens.

As criaturas recriaram a sim próprias e também fizeram outros animais. Yo criou todos os peixes do mar, o besouro criou todos os insetos, o crocodilo todos os animais de pele fria.

Bumba estava preocupado com o raio. o raio era um encrenqueiro e ele teve que persegui-lo  e levá-lo de volta para o céu, embora ainda encontrasse chances de visitar a Terra, ocasionalmente quando não estava sendo esperado.

Quando a criação foi concluída, Bumba disfarçou-se de homem e viajou por todas as aldeias dizendo as pessoas como havia criado tudo no mundo, exceto a si mesmo.



Fonte: http://portugalparanormal.com/index.php/topic,23648.0.html

14 de setembro de 2017

LUGARES SAGRADOS NO BRASIL E NO MUNDO

Objetivos de aprendizagem: 
Conhecer alguns lugares sagrados e sua importância para as tradições religiosas do mundo.

Conteúdo:
Lugares Sagrados: – Lugares sagrados do mundo (naturais e construídos).

Critérios de ensino aprendizagem: 
Descreve alguns lugares sagrados e compreende sua importância para as organizações religiosas do mundo.
Objetivos: 
Reconhecer que as religiões do mundo possuem diferentes formas de organização.

Conteúdo:
Organizações religiosas: – organizações religiosas do mundo;

Critérios de ensino-aprendizagem:
Identifica e compreende as diferentes formas de organizações religiosas presentes no mundo.
Para trabalhar este conteúdo unimos os conteúdos Lugares Sagrados e Organizações Religiosas, sendo o primeiro no final do 1º trimestre e o 2º no início do segundo trimestre, conforme a orientação dos documentos da SME de Curitiba - Plano Curricular de Ensino Religioso.
Iniciamos fazendo uma pesquisa sobre o Rio Ganges, perguntei se os estudantes conheciam ou já tinham ouvido falar, logo em seguida assistimos um vídeo: 


Um passeio de barco para ver as cerimônias do amanhecer, depois o anoitecer no Ganges. Milhares de hindus são vistos descendo às águas sagradas do rio Ganges para as orações e rituais, uma das experiências mais extraordinárias da visita à Índia. Assistir ao vivo rito da cremação a uns 50 metros de distância e ver o jogar das cinzas nas águas do rio é chocante e ao mesmo tempo fascinante. A crença hindu à reencarnação e a certeza da purificação ajudam a minimizar a estranheza sentida por nós ocidentais. Em Varanasi, para os indianos e Benares para os ingleses - Índia
Gosto deste vídeo também:


https://www.youtube.com/watch?v=qvMW51pikTw

Logo depois cada estudante tinha que fazer uma maquete com a família sobre o Rio Ganges.









Depois, reunidos em grupo iniciamos a construção das maquetes de vários Lugares Sagrados, como:



Utilizando revistas os estudantes tiveram que fazer rolinhos iguais a esses e depois começar a colar um próximo ao outro para daí iniciar o formato da OPY. Logo em seguida eles pintaram e colaram em uma base para fazer o Lugar Sagrado Indígena


O terceiro Lugar Sagrado confeccionado na escola foi o Jardim dos Orixás.  Visitei o Terreiro do Pai Maneco, para conhecer clique em cima do nome.

Vejas as fotos do Jardim dos Orixás, 

https://photos.app.goo.gl/0LNtPv5bHC4hm6g63 

Após visualizarem as imagens os estudantes tinham que trazer de casa os materiais que possivelmente utilizariam para confeccionar um jardim.

Colamos e pintamos as imagens dos orixás medindo 3 cm para compor nosso jardim.





Nosso último Lugar Sagrado foram os Lugares Sagrados cristãos existentes na comunidade em que a escola está situada.
Para exemplificar esses lugares, trabalhamos dobradura.





MITO DE IAPUNA - MATRIZ INDÍGENA

Mito do Povo Indígena Tupi 

Objetivos: Reconhecer alguns mitos e textos sagrados orais e escritos.
Conteúdo: Linguagens sagradas – textos orais e escritos: – mitos.
Critérios de ensino aprendizagem: Distingue alguns mitos orais e escritos.


Havia entre os indígenas Tupi uma linda jovem chamada Iapuna. À noite, quando as estrelas começavam a piscar no firmamento, sorrateiramente, saia da maloca das mulheres e buscava um pequeno promontório a cinco minutos de distância. E se entregava aos devaneios do céu estrelado.
Conversava com as estrelas. Parecia que levitava como uma nuvem. Um brilho estelar se refletia no rosto jambo. Mas, quando surgia a lua por trás das árvores sonolentas, ficava fascinada. Acompanhava a trajetória da rainha da noite até que seu fulgor apagasse o brilho das outras estrelas. Iapuna sentia a lua como amiga e confidente. Enchia-se de enternecimento pelo seu rosto suave e irradiante.
___ Como gostaria de acariciar esse rosto afável com minhas mãos! - suplicava aos espíritos benfazejos:
___ Espíritos de nossos grandes anciãos, deem-me asas para voar até a lua. Façam-me subir e subir para tocá-la carinhosamente. E nunca acontecia nada.
Mês a mês Iapuna ia até o montículo perto da maloca e se deixava enamorar pela lua. Suplicava aos anciãos mortos, espíritos familiares:
___ Queridos avós, façam que vire uma estrela para poder chegar até a lua e abraçá-la afetuosamente.
Por mais que prolongasse seus devaneios diante da lua e redobrasse as súplicas aos espíritos da tribo Tupi, nunca foi ouvida. Vez por outra enxugava uma lágrima furtiva de decepção, aproximou-se o mais silenciosamente que pôde. Parou, enamorada, contemplando a lua sem sequer piscar os olhos. As pequenas ondas faziam a lua estremecer e sorrir de contentamento.
Iapuna, enternecida, estendeu os braços para abraçá-la como quem vai se entregar ao bem-amado, ou carinhosamente segurar um recém-nascido.
Inclinou-se tanto que acabou caindo na água. Estava tão fascinada que se esqueceu de nadar e manteve os braços na forma do abraço.
Lentamente foi sumindo, embevecida, na água, sempre mais fundo e mais fundo, até deixar de respirar.
A lua, lá do alto, encheu-se de pena de Iapuna. E chorou de tristeza. Uma leve nuvem ofuscou por um momento seu brilho sereníssimo, como se o céu quisesse participar também de sua comoção. Emocionada, a lua novamente chorou.
Mas a lua, com o poder celeste que possui, transformou a linda menina Tupi numa flor magnífica, que se abre à noite e se fecha de manhã. Assim, ela pode acompanhar, enamorada, a lua em seu percurso noturno. A folha guardou a forma do abraço de Iapuna. E é tão forte que pode carregar alguém que pese até 45 quilos, que era o peso da menina, quando morreu de paixão. Sua membrana é ampla para acolher todo o esplendor da lua. Assim elas se contemplam, enamoradas, pelos tempos sem fim.
Os Tupi, que acompanharam o destino triste da triste menina, chamaram essa flor, que existe nos lagos remansos tranquilos, com o nome dela, Iapuna. Os braços que ainda guardam amor à natureza a chamaram, orgulhosamente, de Vitória-régia. e os cientistas, que tomam pouco a sério as histórias dos sábios indígenas, inventaram um nome artificial para ela e a denominaram de ninfeia. Mas ela,  na verdade, se chama Iapuna.
E nós, que não entendemos a bela língua tupi, nos contentamos com o sugestivo nome de vitória-régia, como homenagem a Iapuna.

Este mito foi contado com o auxílio de fantoches:


Logo em seguida conversamos sobre o mito do Povo Tupi e claro que os estudantes queriam ver como é esta flor, será que ela existe de verdade? Cabe uma pessoa dentro dela mesmo? 

Apresentei algumas imagens da flor para que pudessem ver:



https://pixabay.com/pt/photos/nen%c3%bafar-vit%c3%b3ria-r%c3%a9gia-5558027/


https://www.naturezabela.com.br/2016/12/vitoria-regia-victoria-amazonica.html

As crianças ficaram impressionadas. Após conhecerem este mito, ganharam massa de modelar para confeccionar a Flor de Iapuna.





Este foi o resultado da nossa aula, uma aula diferente.