23 de novembro de 2022

ATIVIDADE MATRIZ INDÍGENA - 1º ANO - IMANÊNCIA E TRANSCENDÊNCIA

 Competência geral da BNCC: Empatia e cooperação

        Exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a cooperação, fazendo-se respeitar e promovendo o respeito ao outro e aos direitos humanos, com acolhimento e valorização da diversidade de indivíduos e de grupos sociais, seus saberes, suas identidades, suas culturas e suas potencialidades, sem preconceitos de qualquer natureza.

 Competência específica do Ensino Religioso:
O eu, o outro e o nós
• Identificar e acolher as semelhanças e diferenças entre o eu, o outro e o nós.
Imanência e transcendência:
• Reconhecer e respeitar as características físicas e subjetivas de cada um.
• Valorizar a diversidade de formas de vida.
 
Iniciamos nossas atividades com o vídeo:
 
* Conversamos sobre o local da história, quem já foi ao zoológico?
* O que viram lá? Qual a função desse espaço?
* Que animais apareceram nessa história?

Personagens que fizeram parte da história 

 
Após essa conversa trabalhei com essa última imagem da história onde Lucy diz:
“QUE PASSEIO LINDO!!! CONHECEMOS MUITOS ANIMAIS E VEJAM SÓ, CADA SER VIVO E NÃO VIVO TEM UM LUGAR ESPECIAL NO MUNDO! CADA ÁRVORE, FLOR, INSETO TEM A SUA IMPORTÂNCIA!!”


Para trabalhar a habilidade/objetivo a ser atingido conversamos sobre as diferentes formas de vida que cada um conhece, fizemos um desenho no caderno e em seguida separei os personagens: Ioko, Anahí, João e Samuel. 

Análise sobre o quebra-cabeça:


 Os estudantes receberam um pequeno quebra-cabeça onde as peças estavam misturadas, após recortaram e montaram individualmente. Os estudantes perceberam que eram animais e indígenas.

Quem é a personagem da nossa história também é indígena? Como você soube? 

O que foi possível observar nessas imagens? Que animais é possível ver?

Vocês têm animais em casa?

Os animais que os indígenas estão segurando são importantes?

Eles precisam de cuidados, qual é a opinião de vocês? Por quê?


Informações complementares sobre a relação do indígena com os animais:

“Se nós vivemos na natureza, todos os bichinhos que moram nela precisam viver também”
    ...os bichos da floresta não fazem mal nem precisam ser afugentados. A relação com eles é ancestral e baseada no cuidado mútuo. “Elas sempre foram ensinadas que, sem natureza e animais, nada progride”, conta Josiane Tenetehar.
    Nos territórios indígenas não há pets do jeito como vemos nas cidades. Os animais vivem soltos na floresta. E mesmo os que recebem cuidados de crianças ou adultos nas aldeias podem voltar para a mata. A relação com eles é de cuidado e de respeito, equilibrando a subsistência e o bem-viver. Em vez de cachorros e gatinhos, são araras, papagaios, jabutis, macacos e capivaras os companheiros de brincadeiras e afagos dos pequenos.
    Essa conexão entre floresta, rios e ser humano equilibra o natural e o sagrado formando uma cosmologia própria de cada povo.
    “Para nós, os animais têm espírito e tudo está ligado na nossa casa comum”

    Após montarmos o quebra-cabeça contei para aos estudantes que muitos animais têm nome indígenas e que eles fazem parte de muitas de suas histórias “mitos”.

CONTEÚDO TRABALHADO NAS DEMAIS MATRIZES RELIGIOSAS:


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