8 de outubro de 2017

RITO CELEBRATIVO DO ROSH HASHANÁ - JUDAÍSMO

Os judeus do mundo inteiro celebram o Rosh Hashaná, o Ano Novo judaico. Aproveitando o clima de alegria e reflexão da data, o Comunidade na TV desta semana preparou uma reportagem especial com seus significados, costumes e pratos típicos. E se você ainda não está pronto para a festa, trazemos um serviço completo de locais onde se pode comprar ingredientes, cestas, cartões e comidas prontas.

Veja como é realizada esta celebração:




RITOS E RITUAIS FÚNEBRES - 5º ANO

Após conhecermos os Ritos e rituais fúnebres e mortuários da matriz ocidental e oriental apresentei aos estudantes o da matriz africana iniciamos com a lição de casa enviada na aula anterior.





Nesta aula os estudantes trouxeram as suas plantas, ervas medicinais e cada um foi contando para que ela era utilizada.

Confeccionamos o nosso cartaz:






Entreguei o seguinte texto para que pudéssemos  conhecer como os adeptos da Umbanda realizam esta cerimônia e o que acontece com o seu ente após o falecimento.


RITOS E RITUAIS DE INICIAÇÃO

Para os católicos, 
três sacramentos que, juntos, confirmam o católico como pertencente à igreja. A porta de entrada para a religião é o batismo. 
No primeiro ano de vida, um ministro da igreja promove a cerimônia em que faz o sinal da cruz sobre a criança, unta seu peito com óleo e derrama água sagrada sobre sua cabeça. O segundo sacramento é o da comunhão, que pode acontecer pela primeira vez a partir dos 9 ou 10 anos. É quando a criança participa, simbolicamente, da "ceia do Senhor": recebe o pão — a hóstia (corpo de Cristo) — e o vinho (que simboliza o sangue de Cristo). 
O terceiro sacramento é o da crisma — a confirmação, celebrada pelo bispo para adolescentes a partir dos 14 anos.


No Islamismo,
Para os muçulmanos, a palavra de Deus deve ser a primeira coisa ouvida por alguém. Após o nascimento, o pai deve dizer no ouvido do bebê o azan, uma recitação com os fundamentos da religião, como a crença em um único Deus. Na primeira semana, o cabelo do bebê deve ser raspado, e o valor correspondente ao seu peso, em prata, dado aos pobres. 
O nome também deve ser escolhido durante a cerimônia, onde também é deixado cair um pouco de mel na língua da criança. A cabeça é raspada como símbolo de pureza.

Judaísmo
Quando nasce uma menina em uma família de origem judaica, o pai a nomeia em uma sinagoga, perante a Torá Texto Sagrado dos judeus. No caso de um menino, participa de uma cerimônia onde irá receber um nome. 
A iniciação religiosa se dá aos 13 anos (meninos) e 12 anos (meninas). 
Nas cerimônias chamadas bar-mitzvá, para meninos, ou bat-mitzvá, para meninas, os adolescentes são chamados a ler a Torá pela primeira vez. 
No altar, recitam versos e colocam filactérios (tiras de pergaminho nas quais estão escritas quatro passagens bíblicas em hebraico — uma delas se destina à cabeça, e a outra, à mão esquerda).



Budismo
A iniciação à prática budista formal se dá em um ritual chamado ordenação leiga, quase sempre desenvolvido na fase adulta. Depois de um período preparatório de cerca de um ano, a pessoa passa por uma cerimônia em que recebe, de um mestre ou de um superior de um templo, um novo nome e sua ordem na linhagem de Buda. Não existe a ideia de conversão, pois os budistas acreditam que a natureza de Buda (capacidade de atingir a iluminação) já existe dentro de todas as pessoas desde o nascimento.



Protestantismo
Para os protestantes, a iniciação se dá a partir do batismo. Entre as várias igrejas (batistas, luteranas, presbiterianas, pentecostais, neopentecostais etc.), há diferenças em relação à idade com que a pessoa pode ser batizada. A criança (a partir de 9 ou 10 anos) ou o adulto passa por uma cerimônia em que é imerso completamente em água. Durante o ritual, o crente deve responder a perguntas do pastor. As cerimônias protestantes procuram seguir o ritual de modo semelhante ao do batismo de Jesus Cristo, realizado no rio Jordão, como contado no Novo Testamento. Na Igreja Batista, a pessoa só é batizada quando manifestar sua vontade.



Umbanda
A criança que nasce de pais umbandistas deve receber o nome no dia do batismo, em uma cerimônia celebrada pelo pai-de-santo ou pela mãe-de-santo do terreiro. Vestido de branco, o responsável pelo terreiro batiza com óleo, sal, preparados e água de fonte ou cachoeira. Ele abençoa a criança e oferece sua proteção. A iniciação de fato só pode acontecer na fase adulta, quando a pessoa manifesta a vontade de seguir a religião.



https://www1.folha.uol.com.br/folha/sinapse/ult1063u254.shtml


Candomblé
Ao nascer, a criança de uma família adepta do candomblé é batizada no ritual ekomojade, que significa "dia de dar o nome". 
O pai-de-santo é consultado para saber qual é o orixá da criança, que recebe um nome africano religioso e é banhada com óleos, mel e outros líquidos. Todos os membros do candomblé devem louvar seu orixá, e essa louvação só pode acontecer depois da iniciação. 
O fiel, na grande maioria das vezes já adulto, passa por um longo período de isolamento e é submetido a ritos de purificação, de fixação do orixá, de sacrifício e de festa. Somente então a pessoa é apresentada à comunidade.

Para os Tupinambá -
Grupo indígena extinto que habitava a maior parte da faixa litorânea que ia da foz do rio Amazonas à ilha de Cananeia, no litoral paulista-, quando nascia uma criança do sexo masculino, o pai levantava-se do chão e cortava-lhe o umbigo com os dentes. A seguir, a criança era banhada no rio, após o que o pai lhe achatava o nariz com o polegar. Em seguida, a criança era colocada numa pequena rede, onde eram amarradas unhas de onça ou de uma determinada ave de rapina. Colocavam-se, ainda, penas da cauda e das asas dessa ave e, também, um pequeno arco e algumas flechas, para que a criança se tornasse valente e disposta a guerrear os inimigos.
O pai, durante três dias, não comia carne, peixe ou sal, alimentando-se apenas de certo tipo de farinha. Não fazia, também, nenhum trabalho até que o umbigo da criança caísse, para que ele, a mãe e a criança não tivessem cólicas. Três vezes por dia punha os pés no ventre da esposa. Nesses dias, o pai fazia pequenas arapucas e nelas fazia a tipóia de carregar a criança; tomava, também, o pequeno arco e as flechas e atirava sobre a tipóia, pescando-a depois com o anzol, como se fosse um peixe. Assim, no futuro, a criança caçaria ou pescaria. Quando o umbigo caía, o pai partia-o em pedacinhos e pregava-os em todos os pilares da oca, a fim de que o filho fosse, no futuro, um bom chefe de família. O pai também colocava aos pés da criança um molho de palha, que simbolizava os inimigos. Quando todas essas práticas tinham sido realizadas, a aldeia por inteiro se entregava às comemorações. Nesses dias, era escolhido um nome para o recém-nascido.

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/folha/sinapse/ult1063u254.shtml

Estes textos servem de suporte para o professor.

15 de setembro de 2017

SÍMBOLOS E SEUS SIGNIFICADOS - 2º ANO

Esses são alguns símbolos com seu significados que foram trabalhados com os estudantes:

1º a água de Iemanjá, toda a essência, energia de Iemanjá está nas águas do mar e tudo que nele tem;





2º é o pente do Siquismo, para os adeptos andar com o pente tem um significado todo especial.
Kanga ou kangha é um pequeno pente de madeira guardado pelos sikhs dentro da cabeleira em carrapito. Este pequeno pente é utilizado duas vezes por dia pelos sikhs para pentearem o seu cabelo, como sinal de limpeza, ordem e disciplina nas suas vidas.








3º a Rosa de Lutero tem seu significado exemplificado em cada elemento que a compõe.



  • Cruz (preta): no centro da rosa, lembra que Deus vem ao nosso encontro com o seu amor através de Jesus crucificado.
  • Coração (vermelho): significa que Cristo agiu na nossa vida através da cruz, e que ela recebe novo sentido, se Cristo for o seu centro.
  • Rosa (branca): significa que, quando a cruz de Cristo tem lugar em nossa vida, ocorre uma transformação que traz verdadeira paz e alegria. A cor branca representa o reino de Deus. Todas as promessas de Cristo também são representadas por essa cor branca.
  • Fundo (azul): Deus está conosco. Podemos viver com e para Deus, como sinais de seu reino, já aqui e agora. Mas a cor azul é também esperança no futuro, pois lembra a eternidade.
  • Anel (dourado): o ouro é o metal mais precioso. Este anel representa as dádivas que recebemos através da cruz e ressurreição de Jesus. A vida para a fé e o amor a serviço de Cristo é o que temos de mais precioso.

Cada estudante ganhou as partes do símbolo e depois que fomos conversando sobre cada parte montaram no caderno:


https://br.pinterest.com/pin/385268943104973783/

4º o cocar indígena, que foi construído com o contorno das mãos dos estudantes:







MITOLOGIA DA CRIAÇÃO DO POVO BANTO

Este é um mito que trabalhei em sala de aula  porém não tenho registro das atividades devido ao tempo que concluí o trabalho pois, tirei licença prêmio.

Trabalhei em forma de história em quadrinhos: Mitologia Africana - a criação do mundo segundo o Povo Banto


Bumba estava sozinho nas águas escuras do nada. desejava ter companhia, mas sem luz, não podia procurar por uma.





Certo dia sentiu uma dor de barriga e vomitou o Sol. De repente, havia luz em toda a parte.


Bumba vomitou depois as estrelas e a Lua, a noite também tinha luzes piscantes e suaves.

No dia seguinte, vomitou nove criaturas diferentes, incluindo a tartaruga, o leopardo, a águia, o besouro, o crocodilo e um peixe Yo.

Ele também criou o relâmpago e, finalmente vomitou homens.

As criaturas recriaram a sim próprias e também fizeram outros animais. Yo criou todos os peixes do mar, o besouro criou todos os insetos, o crocodilo todos os animais de pele fria.

Bumba estava preocupado com o raio. o raio era um encrenqueiro e ele teve que persegui-lo  e levá-lo de volta para o céu, embora ainda encontrasse chances de visitar a Terra, ocasionalmente quando não estava sendo esperado.

Quando a criação foi concluída, Bumba disfarçou-se de homem e viajou por todas as aldeias dizendo as pessoas como havia criado tudo no mundo, exceto a si mesmo.



Fonte: http://portugalparanormal.com/index.php/topic,23648.0.html

14 de setembro de 2017

LUGARES SAGRADOS NO BRASIL E NO MUNDO

Objetivos de aprendizagem: 
Conhecer alguns lugares sagrados e sua importância para as tradições religiosas do mundo.

Conteúdo:
Lugares Sagrados: – Lugares sagrados do mundo (naturais e construídos).

Critérios de ensino aprendizagem: 
Descreve alguns lugares sagrados e compreende sua importância para as organizações religiosas do mundo.
Objetivos: 
Reconhecer que as religiões do mundo possuem diferentes formas de organização.

Conteúdo:
Organizações religiosas: – organizações religiosas do mundo;

Critérios de ensino-aprendizagem:
Identifica e compreende as diferentes formas de organizações religiosas presentes no mundo.
Para trabalhar este conteúdo unimos os conteúdos Lugares Sagrados e Organizações Religiosas, sendo o primeiro no final do 1º trimestre e o 2º no início do segundo trimestre, conforme a orientação dos documentos da SME de Curitiba - Plano Curricular de Ensino Religioso.
Iniciamos fazendo uma pesquisa sobre o Rio Ganges, perguntei se os estudantes conheciam ou já tinham ouvido falar, logo em seguida assistimos um vídeo: 


Um passeio de barco para ver as cerimônias do amanhecer, depois o anoitecer no Ganges. Milhares de hindus são vistos descendo às águas sagradas do rio Ganges para as orações e rituais, uma das experiências mais extraordinárias da visita à Índia. Assistir ao vivo rito da cremação a uns 50 metros de distância e ver o jogar das cinzas nas águas do rio é chocante e ao mesmo tempo fascinante. A crença hindu à reencarnação e a certeza da purificação ajudam a minimizar a estranheza sentida por nós ocidentais. Em Varanasi, para os indianos e Benares para os ingleses - Índia
Gosto deste vídeo também:


https://www.youtube.com/watch?v=qvMW51pikTw

Logo depois cada estudante tinha que fazer uma maquete com a família sobre o Rio Ganges.









Depois, reunidos em grupo iniciamos a construção das maquetes de vários Lugares Sagrados, como:



Utilizando revistas os estudantes tiveram que fazer rolinhos iguais a esses e depois começar a colar um próximo ao outro para daí iniciar o formato da OPY. Logo em seguida eles pintaram e colaram em uma base para fazer o Lugar Sagrado Indígena


O terceiro Lugar Sagrado confeccionado na escola foi o Jardim dos Orixás.  Visitei o Terreiro do Pai Maneco, para conhecer clique em cima do nome.

Vejas as fotos do Jardim dos Orixás, 

https://photos.app.goo.gl/0LNtPv5bHC4hm6g63 

Após visualizarem as imagens os estudantes tinham que trazer de casa os materiais que possivelmente utilizariam para confeccionar um jardim.

Colamos e pintamos as imagens dos orixás medindo 3 cm para compor nosso jardim.





Nosso último Lugar Sagrado foram os Lugares Sagrados cristãos existentes na comunidade em que a escola está situada.
Para exemplificar esses lugares, trabalhamos dobradura.





MITO DE IAPUNA - MATRIZ INDÍGENA

Mito do Povo Indígena Tupi 

Objetivos: Reconhecer alguns mitos e textos sagrados orais e escritos.
Conteúdo: Linguagens sagradas – textos orais e escritos: – mitos.
Critérios de ensino aprendizagem: Distingue alguns mitos orais e escritos.


Havia entre os indígenas Tupi uma linda jovem chamada Iapuna. À noite, quando as estrelas começavam a piscar no firmamento, sorrateiramente, saia da maloca das mulheres e buscava um pequeno promontório a cinco minutos de distância. E se entregava aos devaneios do céu estrelado.
Conversava com as estrelas. Parecia que levitava como uma nuvem. Um brilho estelar se refletia no rosto jambo. Mas, quando surgia a lua por trás das árvores sonolentas, ficava fascinada. Acompanhava a trajetória da rainha da noite até que seu fulgor apagasse o brilho das outras estrelas. Iapuna sentia a lua como amiga e confidente. Enchia-se de enternecimento pelo seu rosto suave e irradiante.
___ Como gostaria de acariciar esse rosto afável com minhas mãos! - suplicava aos espíritos benfazejos:
___ Espíritos de nossos grandes anciãos, deem-me asas para voar até a lua. Façam-me subir e subir para tocá-la carinhosamente. E nunca acontecia nada.
Mês a mês Iapuna ia até o montículo perto da maloca e se deixava enamorar pela lua. Suplicava aos anciãos mortos, espíritos familiares:
___ Queridos avós, façam que vire uma estrela para poder chegar até a lua e abraçá-la afetuosamente.
Por mais que prolongasse seus devaneios diante da lua e redobrasse as súplicas aos espíritos da tribo Tupi, nunca foi ouvida. Vez por outra enxugava uma lágrima furtiva de decepção, aproximou-se o mais silenciosamente que pôde. Parou, enamorada, contemplando a lua sem sequer piscar os olhos. As pequenas ondas faziam a lua estremecer e sorrir de contentamento.
Iapuna, enternecida, estendeu os braços para abraçá-la como quem vai se entregar ao bem-amado, ou carinhosamente segurar um recém-nascido.
Inclinou-se tanto que acabou caindo na água. Estava tão fascinada que se esqueceu de nadar e manteve os braços na forma do abraço.
Lentamente foi sumindo, embevecida, na água, sempre mais fundo e mais fundo, até deixar de respirar.
A lua, lá do alto, encheu-se de pena de Iapuna. E chorou de tristeza. Uma leve nuvem ofuscou por um momento seu brilho sereníssimo, como se o céu quisesse participar também de sua comoção. Emocionada, a lua novamente chorou.
Mas a lua, com o poder celeste que possui, transformou a linda menina Tupi numa flor magnífica, que se abre à noite e se fecha de manhã. Assim, ela pode acompanhar, enamorada, a lua em seu percurso noturno. A folha guardou a forma do abraço de Iapuna. E é tão forte que pode carregar alguém que pese até 45 quilos, que era o peso da menina, quando morreu de paixão. Sua membrana é ampla para acolher todo o esplendor da lua. Assim elas se contemplam, enamoradas, pelos tempos sem fim.
Os Tupi, que acompanharam o destino triste da triste menina, chamaram essa flor, que existe nos lagos remansos tranquilos, com o nome dela, Iapuna. Os braços que ainda guardam amor à natureza a chamaram, orgulhosamente, de Vitória-régia. e os cientistas, que tomam pouco a sério as histórias dos sábios indígenas, inventaram um nome artificial para ela e a denominaram de ninfeia. Mas ela,  na verdade, se chama Iapuna.
E nós, que não entendemos a bela língua tupi, nos contentamos com o sugestivo nome de vitória-régia, como homenagem a Iapuna.

Este mito foi contado com o auxílio de fantoches:


Logo em seguida conversamos sobre o mito do Povo Tupi e claro que os estudantes queriam ver como é esta flor, será que ela existe de verdade? Cabe uma pessoa dentro dela mesmo? 

Apresentei algumas imagens da flor para que pudessem ver:



https://pixabay.com/pt/photos/nen%c3%bafar-vit%c3%b3ria-r%c3%a9gia-5558027/


https://www.naturezabela.com.br/2016/12/vitoria-regia-victoria-amazonica.html

As crianças ficaram impressionadas. Após conhecerem este mito, ganharam massa de modelar para confeccionar a Flor de Iapuna.





Este foi o resultado da nossa aula, uma aula diferente.

9 de junho de 2017

O SIMBOLISMO DO PAVÃO NAS ORGANIZAÇÕES RELIGIOSAS


https://www.eusemfronteiras.com.br/o-simbolismo-do-pavao/

Desde tempos imemoriais que as aves, pela sua imagem indissociável ao céu, assumem um valor sobrenatural de ligação entre a Terra e o Céu, um papel no diálogo entre o Homem e Deus; sua plumagem colorida e canto melodioso  inspiraram mitos imortais e universais, criados por civilizações por todo o mundo.
Pavões são aves extremamente simbólicas, fazendo com que suas penas também o sejam. O significado exato costuma depender da cultura e do contexto no qual as penas aparecem.






O pavão é símbolo da visão de Deus pela alma. Considerado animal sagrado na Índia, muitas dessas aves andam livremente pelos templos hindus e são alimentados por seus sacerdotes. 
O pavão representa a primavera, o nascimento, longevidade e amor. Pela sua beleza ganhou um lugar importante quer nos templos asiáticos, quer nos jardins reais e paços ducais, quer mesmo nas lendas muçulmanas, às portas do Paraíso onde engoliu o próprio Diabo. 
O pavão é conhecido pela ave dos cem olhos; o padrão da sua cauda representa as estrelas, o universo, o sol, a lua e o “cofre do Céu” e  em seu corpo estão escondidos os 12 signos do zodíaco; Sua coroa semelhante a uma estrela de seis pontas simboliza sua magnitude e poder. 
É símbolo da eternidade, da imortalidade e da totalidade. É emblema da sabedoria e do conhecimento oculto. Na Índia é considerado um animal sagrado e está presente em todas as manifestações das divindades hindus. 





Na mitologia grega e romana aparece como a ave protegida da deusa Hera, ou Juno; o povo chinês acreditava que um olhar do pavão poderia engravidar uma mulher. 
O pavão é o símbolo da beleza, da prosperidade, da realeza, do amor, da compaixão, a alma e a paz. 
Segundo a crença hindu, a deusa do conhecimento e da sabedoria, Saraswati, monta um pavão e o deus Indra, transforma-se num pavão. 
No budismo o pavão simboliza a pureza e as suas penas são usadas em cerimônias de purificação. A tradição antiga considera o pavão como um símbolo de fidelidade, que por morte da sua companheira morre de tristeza ou vive para sempre só. 
Apesar de que na Europa, na idade média, o seu grito e penas já tenha sido considerado um mau presságio, encontrar uma pena de pavão traz boa sorte, harmonia, serenidade e paz de espírito. 
No horário místico corresponde ao crepúsculo. Foi sagrado na China e é a ave nacional da Índia.



No budismo tibetano, o pavão representa “bodisatva” aquele que transcende os venenos da inveja, raiva e ciúmes, capaz de conviver entre as pessoas ajudando-as a obter a iluminação, sem se deixar contaminar pelo universo mundano.